Se levarmos em consideração as reflexões de Zabala (2014), afirmando que: "a alavanca eficaz de toda a aprendizagem é o interesse. Mas não qualquer interesse, porém profundo, nascido das necessidades primárias e que é manifestação dos instintos", nos parece singular o lugar que a leitura passa a ocupar em meio às didáticas e como estas costumam aliar teoria e prática em se tratando de eficácia pedagógica.
Sendo assim, podemos afirmar que:
- A leitura pode abranger vários significados, não atendo-se exclusivamente à compreensão da linguagem escrita.
- Quanto mais a prática da leitura extrapolar o ambiente escolar, maior será o entendimento do indivíduo quanto à sua importância em seu cotidiano vital.
- O "saber ler" não pode ser compreendido expressamente como "gostar de ler", estando esta segunda condição diretamente ligada à questões individuais, mas passíveis de estímulo que possibilitem o seu desenvolvimento, sobretudo, ainda na fase infantil.
Entretanto, em se tratando da individualidade que o prazer pela leitura significa, restam-nos algumas dúvidas, pois:
- Quais são as melhores formas para incentivarmos, ou ainda, despertarmos em nossos alunos, o gosto pelas obras literárias?
- Como a interdisciplinaridade no cotidiano escolar, pode contribuir significativamente para o desenvolvimento de bons leitores?
- É possível estabelecer relações entre a falta de gosto pela leitura com o acréscimo alarmante que o analfabetismo funcional vem representando em nossa sociedade nos dias atuais?

Olá, meninas, perguntas instigantes, gostei muito, do texto e das dúvidas que surgiram. Mãos a obra. Parabéns!!
ResponderExcluirAbraços