Este Blog é parte do projeto que desenvolveremos na Interdisciplina EDUAD 077 - Projeto Pedagógico em Ação, coordenado pela Professora Aline Reis Calvo Hernandez.
Neste mapa conceitual, apresento pontos-chave de nosso projeto, desenvolvido para a disciplina de Língua Inglesa, com os alunos do 3º ano do Ensino Médio, de uma escola pública da zona sul de Porto Alegre. Turma-piloto, turma 300.
Na sequência, eu, Ivonete, agrego o Mapa Conceitual com algumas expressões norteadoras que serviram-nos de guia para o desenvolvimento das atividades sugeridas para a prática da Leitura.
Tratam-se de experiências realizadas com a minha turma, um Terceiro Ano do Ensino Fundamental, da EMEF Professora Maria Gusmão Britto, de São Leopoldo.
Abaixo segue um mapa conceitual, do Projeto Leitura em Foco, com questões significativas para a Educação Infantil. Por que é importante o incentivo da leitura?
Como professora atuante na
Educação Infantil (um universo rico de significados e imaginação), no momento em
uma turma de Maternal I que contempla crianças de dois a três anos de idade, é
sabido que essa é uma fase em pleno desenvolvimento motor e cognitivo e que depende
muito das oportunidades que lhes são oferecidas.
A curiosidade está a todo o
vapor, mesmo para os que ainda não conseguem verbalizar. São muitos os desafios
e conquistas nesse período, principalmente no que tange a autonomia, conseguir
alimentar-se sem auxílio, vestir-se, adquirir o controle esfincteriano ou
conseguir expressar-se verbalmente, por exemplo, constituem grandes avanços.
Esta turma, M I da Emei
Marione Machado Leite, não poderia ser diferente são crianças muito
participativas, atentas, curiosas e em contínuo progresso e descobrimento do
seu mundo. E ao longo dos dias vieram demonstrando acentuado interesse por
ouvir estórias e músicas, o que predispôs o desenvolvimento do projeto “Leitura
em foco com a turma”. Tendo como principal objetivo familiarizar os alunos com
os livros e formar futuros leitores, para tanto possuem liberdade na escolha
das propostas, como escolher o livro que será lido dentre os oferecidos.
Demonstram predileção por contos de fada e estórias onde os personagens são
animais.
Á partir desse diálogo
inicial desenrolou-se o projeto, como para essa faixa etária o corpo é a
principal forma de expressão, todas as atividades sensoriais como: dançar,
ouvir sons diferentes, tocar, entre outras, são muito bem acolhidas. Sabendo que
por meio do movimento são expressas emoções, pensamentos e idéias, para tanto
juntamente com a leitura foram realizadas atividades que lembrassem a história,
que lhes permitissem vivenciá-la.
·Confeccionamos cartazes;
·Trabalhamos as cores primárias confeccionando
tinta com gelatina para pintar a mamãe coruja inspirada no livro: Um tanto perdida (Chris Haughton), dedicado a semana da família;
·Trabalhamos as formas na organização da sala
com o livro: Beleléu e as formas (Patrício Dugnani);
·Confeccionamos a capa da Chapeuzinho Vermelho
em tecido tnt e a mascara do lobo mau de eva para a caixa de fantasias, para
livre dramatizações;
·Construímos dedoches e fantoches juntamente
com um livro cenário, permitindo-lhes que também contem as histórias;
· Além
de fazer desenhos, cantar e dançar a partir dos contos, entre outras propostas
que vão surgindo.
Tentamos levar-lhes experiências lúdicas no qual possam
ser os protagonistas, as atividades desenvolvidas consideraram as suas predileções.
“Ainda acabo fazendo livros onde as crianças possam
morar.”(Monteiro Lobato) Daniela Paixão
Pensando
a questão prática da leitura no cotidiano pedagógico, ressaltando suas
contribuições, eu, Ivonete, propus aos meus alunos da turma 3 A 3 (Ensino Fundamental), a realização das seguintes atividades:
1.Diálogo
inicial sobre os entendimentos acerca da importância e as diferentes formas de
leitura que podemos realizar em nosso cotidiano vital 2.Realização
de Fichamentos de Leitura, a partir de leituras contidas em uma “Sacola
Literária”.
3.Produções
textuais em duplas, sequenciadas de apresentações orais.
Na
sequência, passo a descrever cada atividade, relatando um pouco de como foi a
experiência de sua realização:
Diálogo
inicial: Diferentes tipos de leituras no cotidiano vital
Conforme
podemos observar no vídeo, alguns de meus alunos ainda tem dificuldades em
compreender a prática da leitura fora de seu cartesianismo convencional, onde
esta, aparece condicionada à presença de letras e números.
Levando
em consideração sua faixa etária (entre 8 e 9 anos de idades), surpreendi-me
com a profundidade analítica de certas hipóteses que foram levantadas por eles,
inclusive, suscitando conversas que dispensaram por completo a minha
intervenção.
Entre
os aspectos positivos de minha turma, destaco a facilidade com que eles expõem
seus posicionamentos durante as explanações orais. Por isso, julguei importante
explorar esta potencialidade na presente filmagem.
Outro
aspecto que gostaria de destacar é que, os dois alunos que realizam a leitura
ao final, estão sendo sondados pelo NAPPI (Núcleo de Atendimento às Pessoas
Portadoras de Inclusão), sendo que ambos, tem históricos familiares bem complicados!
Entretanto, percebe-se que, mesmo em meio às dificuldades, a oralidade lhes é
inerente, aspecto que julgo crucial para o desenvolvimento de uma leitura
dinâmica e compreensível, mas sobretudo, significativa.
Realização
de Fichamentos de Leitura
Todas
as quartas-feiras,temos uma combinação
de que todos devem trazer para a Escola um livro, uma revista, um gibi, enfim,
qualquer material para que dediquem-se para a leitura do mesmo. Então,
aleatoriamente, alguns alunos são escolhidos para que compartilhem conosco suas
impressões e compreensões.
Quando
contei à Kasandra sobre esta minha didática de ensino, ela me sugeriu uma
atividade chamada “sacola itinerante”, onde cada dia, um aluno leva para casa
um livro, devendo lê-lo com o auxíio de sua família, para que na próxima aula,
realize um relato pessoal sobre o que compreendeu da história.
Adorei
a ideia! Achei super válida!
Então,
resolvi providenciar uma destas pra mim, mas, como pode ser observado na
imagem, chamei-a de “Sacola Literária”, pois aliada a prática da leitura, os
alunos também ficaram incumbidos de realizarem fichamentos, elencando aspectos
estruturais e observações pessoais sobre as obras lidas.
Produções
Textuais, sequenciadas de exposições orais
Orientados
para organizarem-se em duplas para que produzissem coletivamente um texto, os
alunos debateram, acordando livremente sobre enredo, personagens, cenários e desfechos
que dariam às suas produções.
Inicialmente,
eu havia previsto que 4 aulas seriam suficientes para a realização de tal atividade.
Todavia, a necessidade de extensão é totalmente compreensível neste caso,
inclusive, no que se refere a presença de erros ortográficos e estruturais, por
se tratarem de crianças que se encontram em fase de alfabetização.
Enquanto
corrigia as produções, alguns aspectos chamaram a minha atenção:
·Todas
as duplas optaram por produções textuais do gênero narrativo, sobretudo, porque
costuma ser o tipo de leitura mais comum às suas práticas cotidianas.
·Quase
todos textos iniciaram com a expressão “era uma vez”, o que dá a impressão de
que, por “terem de contar uma história”,
há uma noção generalizada de que a predominância temporal do imaginário
infantil ainda é influenciada pelas estruturas na forma de conto.
·Percebi
que vários textos possuíam expressões em línguas estrangeiras, como shopping, whats app, youtube, tablet, etc, inclusive nos nomes que
foram dados aos personagens. Isso transparece a percepção que os alunos têm da
realidade que os cerca e a naturalidade com que lidam com estes bombardeios
diários de informações que para nós, adultos, muitas vezes, costumam demandar certo
tempo para que assimilemos.
·Em
linhas gerais, tive a impressão de que compreenderam a noção estrutural da
temporalidade dos fatos e isso, me deixou muito feliz, sobretudo, porque eles ainda
não possuem noções exatas acerca de conjugações verbais, fazendo-as segundo o
que julgam adequadas à construção de suas frases.
Foi
uma atividade muito gratificante, principalmente porque, foi a primeira vez em
que eles foram desafiados a produzir um texto “sozinhos”, sem a minha
intervenção direta. Em outros momentos, havíamos criado textos coletivos, cujas
ideias eram pensadas coletivamentee
registradas no quadro por mim para, somente depois, serem registrados em seus
cadernos. Então, me senti super orgulhosa de perceber meus pequenos, “andando
com suas próprias pernas”!
Nosso projeto para a interdisciplina de Projeto Pedagógico em Ação, tem como objetivo trabalharmos a leitura em sala de aula, assunto que mesmo os alunos tendo bastante dificuldade, entendem como algo bastante necessário. No meu caso, que tenho como público, alunos do 3º ano do Ensino Médio, em vias de finalizar o Ensino Médio e com os olhos no Enem e vestibular, essa consciência é ainda mais acentuada. Desta forma, sendo minha disciplina a língua inglesa, o projeto de aprendizagem - Leitura em Foco - traz aos meus estudantes uma oprotunidade única de colocarem em prática seu aprendizado da língua ao longo dos 3 anos do E.M.. Escolhemos, portanto, livros ao bel-prazer dos alunos, onde a leitura se daria exclusivamente em língua inglesa, e com a ajuda de dicionários, e não tradutores. Um combinado que fizemos em sala de aula.Assim, os estudantes apresentarão suas leituras rapidamente, de forma oral e em Português para o grupo de colegas e a professora, e também entregarão uma ficha de leitura, mesclando Inglês e Português, como forma de fazer o que chamamos em inglês de reading comprehension. Propus então, uma ficha de leitura, facilmente disponível e reproduzível em vários sites da internet, de forma que estabelecessemos alguns critérios de análise em nossas leituras. Os alunos respeitaram seus níveis de conhecimento com o idioma e assim buscaram livros que se adequassem às suas competências linguísticas, o que foi muito interessante, pois desta forma, podiam criar suas estratégias sem estarem em desacordo com seu próprio entendimento leitor.
A leitura é um
momento lúdico que, no caso do Primeiro Ano, envolve muita fantasia. É o momento
que a criança viaja para um mundo encantado, cheio de surpresas. Quando realizo
leituras orais para meus alunos, percebo que lhes aguça a curiosidade e todos
ficam bem envolvidos. Desta forma, esta prática costuma fazer parte de meu
cotidiano pedagógico.
Enquanto vou
realizando as leituras, procuro convidá-los a argumentar sobre os assuntos,
procuro promover atividades que envolvam motricidade, coordenação motora fina,
pois o meio em que vivemos não é apenas para ser visto, mas também para ser
tocado, cheirado, ouvido e degustado e a Escola é um dos ambientes em que as
crianças podem ter estas percepções de como explorar o mundo por meio dos cinco
sentidos. Neste momento, procuro por leituras de clássicos da literatura
infantil, mesclando-as com literaturas produzidas mais recentemente.
O processo de
aquisição da leitura da linguagem escrita na criança não inicia direto na
alfabetização. É um processo constante que deve ser estimulado, com vistas a
estimular a curiosidade de conhecer este mundo mágico.
Dar oportunidades
para que os alunos conheçam o mundo encantado dos livros e vencer suas
deficiências com a leitura é um importante facilitador no processo de assimilação
da escrita. Quando estimulados a desenvolverem o hábito e o gosto de pela leitura,
as crianças desenvolvem as suas capacidades interpretativa e criativa. A Escola
é crucial neste processo, pois é nela que identificamos e formamos leitores.
No dia-a-dia, ficamos
o tempo inteiro realizando leituras. No caso de minha turma, como ainda não
dominam a leitura escrita, a função imagética é fundamental e neste sentido, as
leituras de gibis, produziram excelentes efeitos, aguçando suas curiosidades e
desafiando seu senso crítico.
Segundo o que afirma Carvalho
(2004), “palavras e imagens, juntos, ensinam de forma mais eficiente – a interligação
do texto com a imagem, existente nas histórias em quadrinhos, amplia a
compreensão de conceitos de uma forma que qualquer um dos códigos,
isoladamente, teria dificuldades para agir”.
Entre os elementos
que os gibis oferecem, estão os aspectos lúdicos como cores, onomatopeias,
personagens e traços. São histórias curtas que fazem parte da literatura
infantil que se aliam às brincadeiras justamente através do simbólico, da
fantasia.
Como estamos próximo à
metade do ano letivo, muitas crianças já estão dominando a leitura, realizando-as
autonomamente. Aliando-se a isso, nossa Escola também tem o “Dia da Leitura” e
nestes momentos, as crianças ficam livres para escolherem os títulos que melhor
lhes convém.
De acordo com as
reflexões de Anjos e Ferreira (2012), “as idas a bibliotecas e a participação
efetiva das crianças no processo de interação com livros, revistas, jornais,
almanaques, gibis, entre outros, é um aspecto que pode ser adotado pelo
professor no intuito de induzir o educando a aprender a explorar este espaço,
colaborando com a consequente autonomia do mesmo nesta atividade que, pelo
auxílio do professor, tornar-se-á rotineira para a criança.”
Deste modo, a leitura
não pode ser uma atividade secundária na sala de aula ou na vida, uma
atividades que vise apenas solucionar problemas de escrita.
(Kasandra - Turma de Primeiro Ano)
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REFERÊNCIAS
ANJOS.
Luciana Moreira dos.; FERREIRA. Aline Barbosa Francine Veloso. A importância da leitura no processo de
alfabetização e o uso da biblioteca como espaço de construção do encanto pelo
ato de ler. Disponível em: http://www.histedbr.fe.unicamp.br/acer_histedbr/seminario/seminario9/PDFs/3.40.pdf,
acessado em 20 de maio de 2017.
O estimulo a leitura faz-se
tão necessário como nunca, visto que a atual realidade que compreende
excessivas e instantâneas informações midiáticas, que muito pouco oferece para
se ler, incluindo o pouco investimento em leitura no núcleo familiar e a
conseqüente falta de incentivo. Esse cenário é provavelmente o grande
responsável pela falta de interesse pelos livros, pela leitura, ocasionando
problemas significativos que são perceptíveis no cotidiano escolar: como o
vocabulário precário, reduzido e informal, dificuldades na compreensão e erros
ortográficos gritantes, a conseqüente dificuldade em interpretar e redigir
textos, poucas produções significativas dos alunos, conhecimento restrito,
entre outros.
Diante desse quadro, a
escola vem a exercer um papel singular no resgate do hábito e prazer pela
leitura, que não se limita a informar, pois contribui e estimula a reflexão, a organização do
raciocínio, a expansão do vocabulário e gráfica, a criatividade, entre outros. Sendo que a formação de novos leitores constitui uma importante ferramenta para promover a cidadania e a emancipação social.
Objetivos:
Estimular o prazer da
leitura e a potencialidade cognitiva e criativa do aluno;
Possibilitar o acesso aos
diversos tipos de leitura na escola, estimulando dessa forma a efetivação da
leitura e escrita enquanto processo;
Despertar o desejo pelo
conhecimento, a partir de novas leituras;
Favorecer o desenvolvimento
do vocabulário, possibilitando a consolidação de formas ortográficas;
Possibilitar diferentes
produções dentre elas: orais, escritas e em outras linguagens;
Proporcionar a vivência de
distintas emoções, através do exercício da fantasia e da imaginação;
Desenvolver atitudes de
interação, de colaboração e de troca de experiências em grupo;
Propiciar aos alunos por
meio da leitura, a oportunidade de alargamento dos horizontes pessoais e
culturais, assegurando a sua formação crítica e autônoma.
Atividades
Realizadas
Hora
do conto: Realização de narrativas de estórias dentre elas: contos
de fadas, lendas, parlendas, poemas, crônicas, memórias, dentre outras.
Incluindo diferentes materiais como fantoches, slides, utensílios diversos,
representações, etc.
Após esse momento, outras
atividades são desenvolvidas sobre a história:
-Realização de desenhos,
pinturas, colagens, fantoches, marcadores de página;
-Realização de receitas;
-Criação de uma nova
história com os mesmos personagens;
-Desenvolvimento de jogos a
partir do texto, para trabalhar a ortografia e o vocabulário (bingo,
caça-palavras, cruzadinha, forca, telefone sem fio, entre outras
possibilidades);
-Elaboração de texto
coletivo, utilizando personagens ou o contexto da história;
Livro
Itinerante: Foi solicitado aos pais o envio de uma pasta
na qual durante as sextas-feiras irá transportar um livro a escolha dos alunos,
a fim de proporcionar momentos de leitura em casa. Para os que ainda não
conseguem ler, torna-se um incentivo a leitura dos pais para os filhos, favorecendo
o vínculo familiar.
Visita
a biblioteca da escola: Lá os alunos poderão ler ou fazer
empréstimos de livros;
Cantinho
literário: É um espaço dentro da própria sala de aula (pode-se
colocar almofadas, tapetes) expondo diferentes tipos de literatura, adequados a
faixa etária e acessíveis aos alunos.
Arquivo de fotos
Daniela Paixão
Referências
FREIRE, P. A importância do
ato de ler. 41ª ed, São Paulo: Cortez, 2001.
A elaboração de um
projeto constitui um importante processo a partir de questionamentos que precedem
e orientam a pesquisa posteriormente. Esta se fundamenta no ato de querer
compreender, de buscar o entendimento sobre algo que já se tem ou não uma
vivência prévia, essa investigação que pode abranger em amplos aspectos as
diferentes áreas do saber é fundamental para o processo de aprendizagem.
Os PA’s Projetos de Aprendizagem
diferentemente dos Projetos de Ensino partem do interesse e idéia inicial dos
alunos, ou seja, não ignoram suas noções prévias, consideram ainda, que a
curiosidade é a alavanca propulsora do conhecimento.
O nosso projeto
compreende turmas em diferentes faixas etárias, na qual pudemos identificar, por
meio de questionamentos iniciais, a necessidade do desenvolvimento de um trabalho
com o foco direcionado a leitura, incluindo a amplitude de prosseguimento e conexões
que ele oferece. Isso porque não há uma
idade pré-determinada para o início dos questionamentos e investigações, o termômetro
constitui o interesse que a turma demonstra por determinado assunto, ou quando
se sente “provocada”. Pois mesmo nas crianças pequenas é possível identificar
suas curiosidades e preferências através das diversas demonstrações de
interesse, que não se traduzem somente pela fala, mas pela perceptível vontade
de descobrir seja através do olhar atento, da imitação ou do toque, entre
outras insinuações. Em síntese, para um maior entendimento:“(...) a competência do aluno para
formular e equacionar problemas se desenvolve quando ele se perturba e
necessita pensar para expressar suas dúvidas (...)” (FAGUNDES, Léa et al. 1999)
Para finalizar,
ao permitir a livre expressão dos seus alunos em nível de contribuições para a
turma, o professor ainda tem a possibilidade de estimular aspectos que vão além do
desenvolvimento intelectual, pois ao interagir, demonstrar interesse, se
colocar no lugar de aprendiz também, promove-se um ambiente construtivista.
Dessa forma podem-se trabalhar aspectos emocionais e capacidades sociais que
contribuem para o fortalecimento da auto-estima, do respeito e da cooperação, sentimentos
tão importantes ao desenvolvimento humano.
Sendo assim, para fins de esclarecimento: "A abordagem
construtivista, sob uma perspectiva genética, propõe aprender tanto sobre o
universo físico, quanto sobre o universo social." (FAGUNDES)
Referências:
FAGUNDES, Léa et al .
Aprendizes do Futuro: as inovações começaram! Coleção Educação a Distância.
Programa Nacional de Informática na Educação, 1999.